terça-feira, 21 de agosto de 2012

Quando levar o bebê a praia pela primeira vez?


Isto dependerá do quanto o bebê irá interagir com a praia e da recomendação do seu pediatra. Para viver a experiência completa deve se esperar que o bebê complete 1 ano. Mas para se divertir um pouquinho, em um ambiente novo, este passeio pode ser antecipado.

Levamos o BB Pedro a praia, pela primeira vez, quando ele tinha 5 meses e 2 dias. Ele não brincou na areia e só sentiu a água nos pezinhos, mas participou ativamente deste dia de sol em família. Um dia muito gostoso para o papai e a mamãe.

Para leva-lo a praia, montei um kit básico (nem tão básico assim) que funcionou perfeitamente, o difícil foi fazer com que ele coubesse em uma mochila de nylon:

  • 1 Canga gigante
  • 1 Lençol para carrinho
  • 1 Toalha com capuz
  • 6 Brinquedinhos de borracha
  • 2 Fraldas impermeáveis
  • 1 Micro sunga
  • 1 Boné
  • 1 Macacão de short
  • 1 Body extra
  • 1 Mijão extra
  • 1 Casaquinho atoalhado
  • 2 Fraldas
  • 1 Hipoglós
  • 1 Pacote de lenços umedecidos
  • 1 Filtro solar infantil
  • 1 Repelente infantil para insetos
  • 3 Mamadeiras com água na medida certa - 90 ml
  • 1 Copo medidor com leite em pó para 3 mamadeiras
  • 1 Babador
  • 1 Paninho de boca

Ficamos na praia por 2 1/2 horas. O BB Pedro passou 90% do tempo sobre a canga e o lençol de carrinho e protegido pela barraca que nós alugamos. Ele teve um pouco de dificuldade para manter os olhinhos abertos o tempo todo... Era muita claridade, mas não chorou, dormiu um pouco e fez charminho para algumas fotos. Meu marido chegou a leva-lo até a água para molhar os pezinhos. Não sei dizer se ele gostou ou não desta experiência, ele ficou muito quietinho. Mas posso afirmar que o nosso pequeno se comportou muito bem em mais um de seus passeios. Seguiremos assim, descobrindo o mundo aos pouquinhos e acompanhando de perto o crescimento do nosso bebê.





Fábrica de musiquinhas


Desde muito pequeno o BB Pedro se encantou por musiquinhas. Hoje, quanto mais eu canto mais ele sorri. E assim, minha fábrica de musiquinhas é incentivada a aumentar sua produção. Quanto mais simples, mais repetitivas e mais alegres maior é o sucesso com o meu público alvo e lá vou eu caminhando e cantando, fazendo de nossas vidas um verdadeiro musical infantil.


Musiquinha para roubar sorrisos: 

O BB Pedro é um gatototo
sedutororor como o Romeueueu
Julietatata
Apaixonou-se se se
Pelo sorriso, pelo sorriso que ele deu.


Musiquinha para o banho:

O BB Pedro sempre lava o pé
lava por que ele quer
Ele é limpinho e cheiroso
e lava o pé pra não ter chulé

Musiquinha para fazer massagem e conhecer o corpo humano:

A mão da mommy
escorrega daqui e escorrega dali
e faz massagem
massagem na barriguinha do bebê.

A mão da mommy 
escorrega daqui e escorrega dali 
e faz massagem
massagem na pernoca do bebê.

A mão da mommy 
escorrega daqui e escorrega dali 
e faz massagem
massagem nas costas  do bebê...


E para divertir ainda mais o pequeno exploramos também músicas já consagradas. rsrsrs

A cobra:
A cobra não tem pé, a cobra não tem mão 
como é que a cobra sobe no pezinho de limão? 
como é que a cobra sobe no pezinho de limão? 

A cobra vai subindo, vai, vai, vai 
Vai se enrrolando, vai, vai, vai 

A cobra não tem pé, a cobra não tem mão 
Como é que a cobra desce do pezinho de limão? 
Como é que a cobra desce do pezinho de limão? 

A cobra vai descendo, vai, vai, vai 
Vai desenrrolando, vai, vai, vai 

Indiozinhos: 

1,2,3, indiozinhos.
4,5,6, indiozinhos.
7,8,9, indiozinhos.
10, num pequeno bote.

Iam navegando pelo rio abaixo
quando o jacaré se aproximou
e o pequeno bote dos indiozinhos
quase, quase, virou! 



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

É chegada a hora da Escolinha


E assim, chega o dia em que o inevitável acontece: a licença maternidade aproxima-se do fim. Depois de passar 5 meses integralmente dedicada ao BB Pedro, terei que deixa-lo aos cuidados de outras pessoas. Fácil escrever... difícil sentir. Foram 5 meses aprendendo, descobrindo e vibrando com cada uma de suas pequenas conquistas. E, logo agora, que ele começou a me reconhecer, vou passa-lo aos braços de outros.

Hoje, foi seu primeiro dia de adaptação na escolinha. Logo na porta fui recebida por um segurança que me deu bom dia e perguntou se podia ajudar. Eu abri a boca e não consegui falar, apenas chorei. Depois de alguns segundos sussurrei: Bom dia, meu nome é Suzana e este é o BB Pedro, hoje é seu primeiro dia na escola. Ele abriu um sorriso, ligeiramente apreensivo, e repetiu as minha palavras em um walkie talkie. Minutos depois uma mocinha sorridente abriu a porta e nos deu as boas vindas. Por trás de meus enormes óculos escuros, ensaiei um sorriso. A coordenadora chegou logo em seguida sorrindo também e dizendo: Eu acabei de ligar para você, achei que vocês não viriam mais hoje. (Sim, nós não chegamos no horário combinado.) Eu só consegui sussurrar: Desculpe me atrapalhei para sair de casa hoje cedo. Seguimos para seu escritório e as minhas lágrimas brotavam continuamente enquanto o pequeno dormia como um anjo em seu carrinho. Ela me olhou preocupada e disse: já vi que esta adaptação será mais sua do que dele.

Minha vontade era agarrar o meu pequeno e sair correndo dali, mas tive que me comportar como uma adulta e dizer: Pois é, eu fiquei sozinha com ele em seus primeiros 5 meses de vida... Não imaginei que fosse ser fácil mesmo. Começamos a falar sobre coisas práticas, como documentação, e depois seguimos para a sala do berçario I.

O meu bebê é o quarto integrante de sua turma. E o mais novinho deles, o único que ainda não senta ou engatinha. Em seu primeiro dia, ele ficou na escolinha por apenas 2h, tempo suficiente para partir o meu coração. Meu filhotinho maravilhoso, se encantou com a novidade. Ele era só sorrisos. Não estranhou o colo da enfermeira e se mostrou super curioso em relação as diferentes atividades.

A turminha de 4 bebês tem duas enfermeiras dedicadas e uma compartilhada. Na escolinha, eles tem a sala de dormir, a sala de atividades e a sala de troca de fraldas/banho. Todos os ambientes são muito bem cuidados e as profissionais muito atenciosas, mas nada disto serviu para confortar o meu coração partido. Fiquei ali sentada observando tudo e contando os minutos para tira-lo de lá. Duas horas depois estávamos a caminho de casa. Ele dormiu no carro, mamou ao chegar em casa e dormiu outra vez. Eu passei a tarde toda olhando para ele, com o sentimento de que ele poderia desaparecer a qualquer momento. E amanhã começará tudo outra vez.

As mães, nesta hora, tem sempre 4 opções:
  • Contar com o apoio de uma das avós;
  • Parar de trabalhar;
  • Contratar um babá e deixar seu filho em casa ou
  • Escolher uma escolinha.
Eu infelizmente, não posso contar com a minha mãe ou com a minha sogra, que moram no Rio de Janeiro. Não posso me dar ao luxo de parar de trabalhar. E não consegui convencer o meu marido de que poderíamos deixar o bebê em casa com uma babá. E assim, me restou a opção número 4. 

Antes de escolher a escolinha fiz uma bela pesquisa e ao menos sei que o meu bebê estará em ótimas mãos. 

Agora eu só rezo para que tudo dê certo e para que eu consiga acalmar o meu coração.



Minha mãe conta que quando eu era pequena, eu entrava esperneando na condução que me levava para a escola deixando-a aflita. Segundo ela, eu era terrível e a poucos metros de casa já começava a rir e brincar com as outras crianças. A pirraça era só para chamar a atenção dela. Eu tinha 3 anos quando comecei a ir para a escola. Até ontem eu achava graça nesta lembrança da minha infância.














domingo, 12 de agosto de 2012

Berço para viagens


Meu pequeno não teve dificuldades para dormiu em seu bercinho desmontável. A invenção é fantástica, ele é super fácil para montar e desmontar, vem com trava de segurança e mosquiteiro e tem diferentes alturas para acompanhar o crescimento do bebê.

É mais largo do que o berço convencional e seu colchão é mais mole, diferenças que não são percebidas pelo bebê. Porém um colchão mais resistente é indicado para o dia a dia. E a roupa de cama usada no berço convencional também funciona para o berço desmontável.

O nosso modelo é o Berço Camping Brown Check - Burigotto:
http://www.americanas.com.br/produto/7310617/bebes/bercario/bercosecercados/berco-camping-brown-check-burigotto

Dica: Ao comprar o berço, peça também pelo colchão, ele é vendido separadamente.

Dica: O berço vai ocupar um certo espaço onde for montado, escolha uma cor neutra para que ele não se torne o centro das atenções.





terça-feira, 7 de agosto de 2012

SP-RJ-SP de carro com o Bebê


Morando em SP, longe da família, a lista do bebê torna-se um pouco maior. São necessários itens extras para acomodar o bebê na casa das avós, em nossas visitas ao Rio, como: berço desmontável, colchão para este berço, banheira de viagem e um kit extra de cama e banho com lençol, manta, cobertor, trocador, toalha e toalha fralda.

Empacotar para uma viagem com o bebê é uma tarefa em tanto. Como fazer caber no carro tudo que um bebê precisa no seu dia a dia? E lá vamos nós com uma mala de roupas de bebê, uma mala com o kit amamentação, uma mochila com brinquedos, carrinho, tapetinho para atividades, aquecedor, saquinhos para lavar roupas delicadas, etc. O primeiro passo é montar uma lista nada básica e o segundo, revisá-la as vésperas da viagem, pensando em tudo que o bebê utilizou nos últimos 5 dias. Sempre me orgulhei da minha organização, mas ainda assim, nesta última vez, deixei para trás a escova de lavar as mamadeiras.

Nosso pequeno se comporta muito bem na estrada. Ele dorme 80% do tempo, resmunga 10% do tempo e mama os outros 10%. Basta colocarmos o carro em movimento para o soninho chegar.

Nossas viagens SP-RJ-SP tem sido tranquilas. Ficaram apenas 40 minutos mais longas com direito a duas paradas para a troca de fralda. Atividade que venho realizando dentro do carro, por falta de confiança na limpeza dos banheiros que temos pelo caminho. E até hoje, o banco de trás do carro tem nos servido bem.





O bebê e o mosquiteiro


Um mosquito invadiu o quarto do nosso bebê e, no dia seguinte, 7 bolinhas vermelhas decoravam o rostinho dele. Sarampo, catapora? Corre liga para a pediatra, tira foto, manda e-mail e... Fica com cara de boba quando vem o diagnóstico: picada de mosquito.

Fizemos uma vistoria no quarto e lá estava ele, feliz e gorducho escondido atrás do berço pronto para mais uma refeição.

No dia seguinte, compramos um mosquiteiro e nos livramos dos mosquitos. Não chegamos a usá-lo muitas vezes, logo depois esfriou e os mosquitos desapareceram.

Recentemente estivemos no Rio e visitamos Búzios e Teresópolis. O mosquiteiro esteve sempre conosco protegendo o nosso bebê.

Vale a pena ter em casa um mosquiteiro para os dias de verão. Não custa caro e evitará sustos como o nosso.





terça-feira, 17 de julho de 2012

E as noites de sono nunca mais serão as mesmas...


O meu marido trabalha muito. E aos finais de semana ele gosta de dormir até mais tarde. Bom, ele gostava. Não era incomum levantarmos, aos sábados, lá pela hora do almoço (14h)... Bons tempos.

Com o pequeno em casa, as 10h o maridão já está de pé e planejando as atividades do final de semana. Mesmo depois de uma noite assim: